Ibama destrói máquinas e prende três em ação contra garimpo em RR e PA | G1

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{
"title": "Ibama intensifica combate ao garimpo ilegal: Operação Xapiri Omama destrói R$ 2,5 milhões em equipamentos e prende suspeitos em Roraima e Pará",
"subtitle": "Megaoperação federal desarticula bases de apoio logístico e maquinário pesado, combatendo o <b>garimpo ilegal</b> em terras indígenas e áreas protegidas da Amazônia.",
"content_html": "<h2>Megaoperação federal desarticula bases de apoio logístico e maquinário pesado, combatendo o <b>garimpo ilegal</b> em terras indígenas e áreas protegidas da Amazônia.</h2><p>O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) deflagrou uma robusta operação de combate ao <b>garimpo ilegal</b>, resultando na destruição de maquinário pesado e na prisão de três indivíduos nos estados de Roraima e Pará. A ação visa desmantelar a infraestrutura de crimes ambientais que devastam a floresta amazônica.</p><p>A operação, batizada de “Xapiri Omama”, focou em áreas estratégicas, incluindo o entorno de terras indígenas e unidades de conservação, onde a extração de minério de forma irregular causa danos irreversíveis ao meio ambiente e ameaça comunidades tradicionais.</p><p>Equipamentos de alto valor e poder de destruição foram inutilizados, e pontos de apoio logístico cruciais para as atividades criminosas foram desativados, conforme informação divulgada pelo g1.</p><h3>Ação em Roraima: Prisões e Destruição de Maquinário</h3><p>Em Roraima, a fiscalização concentrou-se no entorno da Floresta Nacional do Parima e da Estação Ecológica de Maracá, no município de Amajari. Nesta região, agentes do Ibama destruíram oito motores utilizados na retirada de lama dos rios, um quadriciclo e uma motocicleta, além de acampamentos, geradores e suprimentos.</p><p>Essas áreas, que fazem limite com a Terra Indígena Yanomami, servem de refúgio para garimpeiros que foram expulsos do maior território indígena do país. As ações de desintrusão do governo federal têm levado esses criminosos a buscar novos locais para suas atividades ilícitas.</p><p>Em uma operação conjunta com a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Força Nacional, três pessoas foram presas em flagrante na Vila de Campos Novos, em Iracema, no Sul de Roraima. A localidade funcionava como um centro de apoio logístico fundamental para o <b>garimpo ilegal</b> na Terra Indígena Yanomami.</p><p>No Rio Maú, na fronteira com a Guiana, dentro da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, os fiscais flagraram uma draga de grande porte. Avaliada em <b>R$ 2,5 milhões</b>, essa escariante possui um alto poder de destruição e estava extraindo minério diretamente do leito do rio no momento da abordagem.</p><p>Mercúrio ilegal, substância altamente tóxica, foi apreendido no local. O responsável foi autuado e responderá administrativamente pela exploração em área protegida. Por impossibilidade de transporte, os veículos e parte do combustível foram destruídos, mas cerca de 7 mil litros de combustível foram doados à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) em Roraima.</p><h3>Combate ao Garimpo Ilegal no Pará: Base Sofisticada Desmantelada</h3><p>As ações de fiscalização se estenderam ao Pará, onde uma base logística remota foi localizada na Estação Ecológica do Grão-Pará, próxima à fronteira com o Suriname. Este local funcionava como um ponto de apoio crucial no Norte do estado, recebendo altos investimentos de garimpeiros ilegais.</p><p>Durante o sobrevoo na região, um helicóptero evadiu-se em direção ao país vizinho para evitar a abordagem das autoridades. Na pista de pouso, a equipe encontrou uma estrutura sofisticada, que incluía uma oficina mecânica para aeronaves, alojamentos com camas de casal, uma cantina e até uma loja.</p><p>Três armas, munições e ouro foram apreendidos nesta base. A estrutura completa e os estoques de combustível foram destruídos pelas equipes do Ibama, desarticulando um complexo esquema de apoio ao <b>garimpo ilegal</b> na região.</p><h3>Ameaça Contínua e Esforços de Proteção</h3><p>O <b>garimpo ilegal</b> é um dos principais vetores de desmatamento e degradação de rios na Amazônia. Além dos danos ambientais diretos, o uso indiscriminado de mercúrio contamina a água e os peixes, impactando severamente a saúde de comunidades indígenas e ribeirinhas que dependem desses recursos.</p><p>As operações do Ibama, como a “Xapiri Omama”, são essenciais para combater essa atividade criminosa e proteger os ecossistemas e as populações vulneráveis da Amazônia. A continuidade dessas ações é crucial para garantir a preservação ambiental e a segurança das comunidades afetadas.</p>"
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