PM Baleado no Rosto em Bangu ao Atender Briga Familiar: Sargento é Socorrido no Hospital Albert Schweitzer Após Tiroteio e Atirador Morre no Rio

Um incidente chocante abalou a Zona Oeste do Rio de Janeiro na última terça-feira, dia 3 de maio, quando um policial militar foi atingido por um tiro no rosto ao atender a uma ocorrência de briga familiar. O sargento Mário Ozom Corrêa, da PM, estava em serviço em Bangu quando foi surpreendido por um homem armado.

O episódio resultou em uma intensa troca de tiros, levando ao socorro imediato do sargento e, infelizmente, à morte do atirador. A situação gerou grande comoção e reforça os perigos enfrentados diariamente pelas forças de segurança pública.

A Polícia Civil já está investigando o caso para esclarecer todos os detalhes da ocorrência, conforme informações divulgadas pelo g1.

Policial Militar É Alvejado Durante Atendimento em Bangu

A confusão teve início na noite de terça-feira, quando vizinhos acionaram a polícia devido a uma briga familiar em Bangu. Ao chegarem ao local, agentes do Batalhão de Bangu se depararam com um cenário inesperado e perigoso.

Um homem armado estava no topo de uma das residências, ameaçando os policiais. A tensão rapidamente escalou, culminando em um confronto armado entre o atirador e os agentes da Polícia Militar.

Confronto Armado Deixa Sargento Ferido e Atirador Morto

Durante a troca de tiros, o sargento Mário Ozom Corrêa foi atingido no rosto. A ação rápida dos colegas garantiu que ele fosse socorrido imediatamente e levado para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, também na Zona Oeste.

O atirador, cujo nome não foi divulgado, também foi encaminhado à mesma unidade de saúde, mas não resistiu aos ferimentos e chegou ao hospital já sem vida. A arma utilizada por ele foi apreendida pela polícia para auxiliar nas investigações.

Estado de Saúde do Sargento e Investigação em Andamento

Apesar do grave ferimento, o sargento Mário Ozom Corrêa permanece internado no Hospital Albert Schweitzer, mas está lúcido e fora de perigo. A notícia trouxe alívio aos colegas e familiares, que acompanham de perto a sua recuperação.

A Polícia Civil está à frente da investigação para apurar as circunstâncias exatas do tiroteio e da briga familiar que o antecedeu. O caso destaca a vulnerabilidade dos agentes de segurança ao atenderem ocorrências de rotina, que podem se transformar em situações de alto risco a qualquer momento.

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