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"title": "Ginecologista de SP revela <b>dicas cruciais para casais que querem engravidar</b>, em linha com as novas diretrizes da OMS sobre infertilidade",
"subtitle": "Ginecologista e diretrizes da <b>OMS trazem dicas para casais que querem engravidar</b>, da prevenção a tratamentos como a FIV, realizando o sonho da parentalidade.",
"content_html": "<h2>Ginecologista e diretrizes da <b>OMS trazem dicas para casais que querem engravidar</b>, da prevenção a tratamentos como a FIV, realizando o sonho da parentalidade.</h2><p>A busca por uma gravidez pode ser um caminho desafiador para muitos casais, mas o avanço da medicina reprodutiva e as orientações de saúde globais oferecem novas esperanças. A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou recentemente sua primeira diretriz mundial sobre infertilidade, reforçando a importância do acesso ao tratamento como um direito humano.</p><p>Nesse contexto, especialistas brasileiros têm reforçado essas diretrizes, oferecendo caminhos e soluções para quem sonha em ter filhos. Dr. Wilson Jaccoud, ginecologista e obstetra de Presidente Prudente, São Paulo, compartilha dicas valiosas para <b>casais que querem engravidar</b>, alinhadas com as recomendações da OMS.</p><p>Histórias de sucesso na região, como a de uma família em Parapuã que realizou o sonho da maternidade via Fertilização In Vitro (FIV) e o caso de uma mãe em Itapetininga que engravidou aos 62 anos pelo mesmo método, demonstram a eficácia e a esperança que esses tratamentos podem trazer, conforme informação divulgada pelo g1.</p><h3>A Importância das Novas Diretrizes da OMS para a Fertilidade</h3><p>Para o Dr. Wilson Jaccoud, o alinhamento da OMS é fundamental, pois defende que o acesso ao tratamento da <b>infertilidade</b> seja, primeiramente, um direito humano. Essa visão se traduz em ações e contribuições essenciais para assegurar a equidade no cuidado reprodutivo, garantindo que mais pessoas possam buscar ajuda para <b>engravidar</b>.</p><p>As diretrizes globais não apenas reforçam a importância do tratamento, mas também orientam sobre a prevenção e os melhores caminhos para o diagnóstico e a intervenção. Elas servem como um guia para profissionais de saúde e para os próprios casais que enfrentam dificuldades para conceber.</p><h3>Prevenção e Diagnóstico Precoce: Os Primeiros Passos para Engravidar</h3><p>A <b>prevenção da infertilidade</b> é um pilar central nas recomendações da OMS. O ginecologista Wilson Jaccoud destaca que a adoção de um <b>estilo de vida saudável</b> é crucial. Isso inclui uma alimentação balanceada, a prática regular de exercícios físicos e a eliminação de fatores de risco conhecidos, como o tabagismo, o consumo excessivo de álcool e as Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).</p><p>Quanto ao diagnóstico, a OMS aconselha a busca precoce por assistência médica. Caso um casal não consiga <b>engravidar</b> após 12 meses de relações sexuais regulares e sem proteção, ou após seis meses se a mulher tiver mais de 35 anos, é recomendado procurar um especialista. O espermograma continua sendo o principal exame para o diagnóstico de fatores masculinos, e a organização sugere tratamento cirúrgico para homens com varicocele clínica e alterações nos parâmetros do sêmen.</p><h3>Opções de Tratamento: Da Abordagem Simples à Fertilização In Vitro</h3><p>No que diz respeito ao tratamento, a orientação da OMS é priorizar abordagens de menor complexidade antes de recorrer à Fertilização In Vitro (FIV). Isso pode incluir o manejo expectante, que consiste em um período de espera de três a seis meses, e a inseminação intrauterina (IIU) em casos específicos e sem evidência de doença grave.</p><p>No entanto, para muitos, a FIV se torna a solução, como no caso de Roberta de Castro Menezes Leão, de Parapuã. Após seis anos de tentativas e enfrentando a síndrome dos ovários policísticos, ela conseguiu <b>engravidar</b> aos 41 anos por meio da FIV. Seu filho, que hoje tem dois anos, é seu "bebê milagre", demonstrando a persistência e a recompensa do processo.</p><p>Outro exemplo inspirador é o de Carmelina Alves Albino, de Itapetininga, que aos 62 anos teve sua sexta filha também por FIV. Sua família, que já conta com nove netos, celebrou a chegada da bebê Miriã, que está completando dois meses. O pai, Jefferson Albino, descreve o nascimento como uma "promessa de Deus", reforçando a fé e a esperança que permeiam essas jornadas.</p><p>O Dr. Wilson Jaccoud também aborda a endometriose, uma condição que afeta a fertilidade. Embora não haja cura ou vacina, a doença pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia. Além disso, uma alimentação saudável com alimentos anti-inflamatórios e exercícios físicos podem ajudar a controlar a inflamação. Em casos específicos, o congelamento de óvulos é recomendado para a preservação da fertilidade, especialmente para quem tem quadros mais graves ou deseja adiar a gravidez.</p>"
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