Vocalista do Menos é Mais Proclama: Rio Grande do Sul é ‘Terra de Pagodeiro’ no Planeta Atlântida

O Planeta Atlântida, um dos maiores festivais de música do Sul do Brasil, recebeu com entusiasmo o grupo Menos é Mais, que marcou presença no primeiro dia do evento. A participação da banda gerou declarações que reforçam a crescente popularidade do pagode em território gaúcho, surpreendendo muitos.

Duzão, vocalista do Menos é Mais, foi categórico ao afirmar que o Rio Grande do Sul já se consolidou como um reduto para os amantes do gênero musical. Essa percepção desmistifica a ideia de que o Sul seria um ambiente distante para o pagode, mostrando uma integração cultural vibrante.

A banda compartilhou suas impressões sobre a trajetória e a recepção do público em uma entrevista exclusiva, conforme informações divulgadas pelo g1.

A Trajetória de Sucesso do Menos é Mais

O percussionista Goes, membro do Menos é Mais, descreveu o momento atual como um período de alívio e celebração, após anos de dedicação para conquistar seu espaço na cena musical brasileira. Ele expressou gratidão pela fase que o grupo atravessa.

“Hoje em dia, graças a Deus, a gente tá podendo desfrutar, tá podendo viver o melhor da música. Mas foi bem longa a caminhada até chegar onde a gente está, viver um ano de 2025 tão incrível”, revelou Goes ao g1, destacando a árdua jornada.

O reconhecimento, segundo ele, veio de maneira sólida e consistente, fruto de muito trabalho e persistência. A banda valoriza cada fã que os acompanha.

“A música é uma área muito difícil, que demora muito a vir esse reconhecimento, então acho que hoje a gente só tem a agradecer e a exaltar todo mundo que escuta Menos é Mais”, completou o músico, reforçando a importância do público.

Pagode em Solo Gaúcho: Uma Surpresa para Muitos

Quando questionado sobre a receptividade dos gaúchos ao pagode, Duzão, vocalista do Menos é Mais, fez questão de sublinhar a forte conexão com o Rio Grande do Sul. Ele ressaltou que a paixão por este estilo musical é mais profunda do que muitos imaginam.

“Cara, muita gente não sabe… mas Porto Alegre curte muito pagode. Desde a primeira vez que a gente veio pra cá, a galera já sabia cantar nossas músicas, sabia cantar todo o nosso repertório da época ali, a primeira vez que a gente veio”, explicou Duzão.

A experiência inicial na capital gaúcha foi um divisor de águas, mostrando que o público local já estava familiarizado e engajado com as canções do grupo. Essa primeira impressão solidificou a relação da banda com o estado.

Por isso, a conclusão de Duzão foi enfática e carregada de carinho pelo público local: “Então, aqui já é terra de pagodeiro”, cravou o vocalista, consolidando a ideia de que o pagode encontrou um lar caloroso no Sul.

Planeta Atlântida: Palco da Diversidade Musical

O Planeta Atlântida, conhecido por sua diversidade de gêneros musicais, mais uma vez abriu espaço para o pagode, reafirmando sua capacidade de abraçar diferentes estilos e públicos. A presença do Menos é Mais é um reflexo dessa curadoria abrangente.

O festival, que contou com um line-up repleto de grandes nomes da música nacional e internacional, demonstrou que não há barreiras geográficas ou culturais para a música. A inclusão do pagode em um evento tão tradicional do Sul reforça a universalidade do ritmo e a abertura do público gaúcho a novas experiências sonoras.

A energia do Menos é Mais no palco do Planeta Atlântida serviu como prova viva de que o pagode não apenas é bem-vindo, mas também é fervorosamente celebrado no Rio Grande do Sul, consolidando a declaração de Duzão.

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